Mostrando postagens com marcador VULTOS ILUSTRES. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador VULTOS ILUSTRES. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de julho de 2023

BEVENUTO NOIA

 


Bevenuto Nóia – Nasceu no dia 27 de junho de 1879. Umas das pessoas de espirito progressista da época, foi último Intendente no município no ano de 1926 a 1929. Casou-se com Dona Carolina Neiva Cardoso Nóia.

Umas de suas principais obras foi o inicio da construção do Prédio Escolar Dr. Renato Medrado. No dia 05 de dezembro de 1930, assumiu ao cargo de Delegado de Polícia.

Carlos Moura

  


    Carlos Moura e Albuquerque – Nasceu no dia 20 de janeiro de 1890, filho do Cel. Augusto Moura e Albuquerque e Dona, casou-se com a Sr.ª Maria Amélia Coni e Moura. 

    Operoso prefeito e grande líder político da década de 30. Sendo prefeito do ano de 1929 a 1942. Faleceu em 13 de outubro de 1956. Prestou vários serviços para o engrandecimento de nosso município, como: Rodovia São Felipe – Nazaré, Energia Elétrica, Construção da Barragem, etc. 

sábado, 8 de dezembro de 2018

Julindo Cristóvão de Oliveira Costa

f
Fazendeiro e Empresário, nasceu em 25 de setembro, na cidade de Conceição da Feira (Antigo Distrito de Cachoeira), filho do senhor Hermenegildo Justiniano da Costa e Dona Maria Amélia Oliveira Costa, assumiu o cargo de Prefeito de São Felipe no mandato de 1942 a 1945, sendo até hoje o Prefeito mais novo a assumir a um mandato em nosso município. Casou-se em 15 de março de 1947, com a Senhora Professora Rita de Jesus Borba Costa. O Senhor Julindo Costa, como é mais conhecido pelo povo, foi o primeiro a instalar no município um Cinema de boa qualidade no início da década de 50 e também o primeiro a colocar um Posto de Combustível “Posto São João” em nossa cidade.
      JULINDO COSTA Faleceu na madrugada de uma quinta-feira (10/07/2014)



Foto cedida por Eduardo Aguiar Moura

Raimundo dos Santos Ferreira


Nasceu em 31 de agosto de 1921, na localidade de Copioba Açu, fazendeiro e comerciante, filho do Sr. Pedro José Ferreira  e Dona Maria Opoliária Ferreira, era casado com a Sr.ª Neide de Carvalho Ferreira, exerceu o cargo de Delegado de Polícia do Município, entrou na vida política nos anos 50, se elegendo vereador e sendo o presidente da câmara municipal, foi eleito preito por dois mandatos nos anos de 1977 a 1983 e de 1989 a 1992. Faleceu no dia 23 de setembro de 1997.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Dom Antonio Macedo Costa


Dom Antonio Macedo Costa – Apelido o “Crisóstomo Brasileiro”, nasceu a 07 de agosto de 1830, na localidade de São Domingos e batizou-se a 22 de agosto de 1830 na Igreja da Freguesia de São Felipe. Faleceu em Barbacena a 31 de maço de 1891. O município de Maragojipe também disputa o privilégio de tê-lo como filho ilustre.
Dom Antonio Macedo Costa, orador sagrado e escritor, pela sua cultura e erudição, pela correção dos seus escritos e elevação de suas ideias, terá sempre um lugar distinto na história da literatura brasileira.
D. Antonio tomou parte na célebre questão religiosa em que esteve empenhado D. Frei Vital de Oliveira, bispo de Pernambuco; com este prelado, foi o bispo do Pará processado pelo governo imperial e encerrado no fortaleza da ilha das Cobras (1873-1875)
E (afirma-se) autor da notável pastoral coletiva dos bispos brasileiros, em que o episcopado declara aceitar a República e igual procedimento aconselha ao clero e aos fiéis.
Biografia – Pio IX, Pontífice-rei, Bahia, 1860 – Resumo da História Bíblica, New York, 1872 – Direito ou Estado sobre Tudo, 1874 – Compêndio da Civilidade Cristã, 1880 – Catecismo da Doutrina Cristã, etc... além de sermões, de inúmeras cartas pastorais e discursos, entre os quais merece menção: Discurso pronunciado em 28 de setembro de 1888, por ocasião da entrega da Rosa de Ouro à Princesa Imperial ( Princesa Isabel).


sábado, 11 de agosto de 2018

Cônego José Lourenço Barbosa dos Santos

Cônego José Lourenço Barbosa dos Santos – Nasceu no dia 10 de agosto do ano de 1860, no lugar chamado “Cruzeiro do Riachão”, nas proximidades desta cidade e no lar abençoado e profundamente católico dos seus dedicados pais, Capitão Marcelino Barbosa dos Santos e dona Olímpia Teófila Barbosa dos Santos. Na santidade daquela casa e sob o carinho afetuoso dos seus genitores, crescia José Lourenço, demostrando vivacidade e inteligência invulgares. Percebendo então os seus pendores para faina religiosa, logo após a conclusão do curso primário, o Capitão Marcelino providenciou a sua matrícula no Seminário da Bahia, em Salvador, onde ele fez um brilhante curso, e, mis tarde, transferido para o Seminário de Fortaleza, no Ceará, recebida a 20 de dezembro de 1884, as ordens sacerdotais, com apenas 24 anos de idade. Celebrada a sua primeira missa, foi em seguida nomeado vigário de Alcobaça, neste Estado. Porém, pouco tempo se demorou naquela Freguesia, uma Vês que, em 08 de setembro de 1887, tomava posse do paroquiato desta Freguesia de São Felipe e São Tiago, cargo para o qual fora nomeado pelo Arcebispo Primaz, em virtude de haver falecido em 21 de julho do mesmo ano, o saudoso Cônego Manoel Inácio Soares. Desde então São Felipe permaneceu sob a guarda pastoral, até 04 de fevereiro de 1925, num longo e proveitoso período de 37 anos, 04 meses e 06 dias. Culto, ativo e incansável trabalhador, positivou desde início um vontade férrea de engrandecedor a Igreja em sua nova paroquia, procurando dotar esta Freguesia com um Templo digno dos seus filhos, pastoreados espiritualmente com zelo inexcedível, comprovado exuberantemente  pela tradição religiosa que ainda hoje São Felipe ostenta com galhardia; e que é bem um opimo fruto do seu aprimorado labor no trato incessante da vinha do Senhor. Aí está a nossa Matriz, obra de rara beleza arquitetônica, e, para sua completa remodelação muito contribuiu o gênio artístico e o batalhar diuturno e continuo de José Lourenço. Como político, ainda na Monarquia, foi filiado ao Partido Conservador. Proclamado a República e já muitíssimo estimado eis que José Lourenço foi eleito Conselheiro Municipal em 1900 e logo escolhido para presidir o Conselho. Exerceu essa função com brilhantismo, apresentado e justificando no decorrer do mandato, muitos projetos de real interesse para o novo município.
Notada a sua vocação administrativa, de pronto surgiu a sua candidatura e consequente eleição de Intendente Municipal, para o quatriênio de 1904 a 1907, cargo que soube desempenhar com eficiência, tendo então construído o Mercado Municipal as suas custas e doado à municipalidade. Novamente os sanfelipenses o elegeram seu Intendente para o quatriênio de 1916 a 1920, quando ergueu e doou parcialmente ao município o belíssimo prédio do Poço Municipal. Ainda em 1923, fazendo parte do Conselho Municipal e já adoentado e combalido nas suas reservas físicas, mais uma vez cedendo aos impulsos patrióticos, voltou ao cargo de Intendente, no exercício de cujas as funções a Morte o veio a colher, por cerca das 21 horas do dia 04 de fevereiro de 1925, aos 64 anos, 05 meses e 25 dias vividos do Bem ao próximo. Como Intendente ainda construiu os Açougues Municipais e o primeiro edifício da Detenção.
Dotado de visíveis pendores para a arquitetura, construiu vários prédios urbanos, dando-lhes sempre uma feição distinta, para o que muito contribuiu suas constantes viagens aos centros civilizados. Viajou pelo velho mundo, visitando Portugal, Espanha, França, Itália, onde esteve  com o Santo Padre de então; atravessou o deserto do Saara em trajes babuíno, chegou ate Síria e o Egito, indo aos lugares santos da velha Jerusalém e adjacências ligadas a vida do meigo Jesus, inclusive ao Santo Sepulcro. Em 1° de janeiro de 1901, saudando o início do século XX, inaugurou com pomposas festas, a antiga Praça José Marcelino (hoje onde se localiza o Açougue Municipal), erguendo no centro da mesma, um artístico Cruzeiro todo de ferro, dando novo impulso ao logradouro então chamado “A Baixinha” ( hoje Rua Cel. Ceciliano Gusmão). Em 19 de setembro de 1901, fez circular o primeiro número do semanário “ ESCUDO SOCIAL” que fundou e dirigiu até a sua morte e que com progresso e disseminador de suas ideias em favor da coletividade. José Lourenço era jornalista dotado de fina verve e lutador pertinaz que manejava apenas com coragem e destemor, em prol das boas causas. Em sua carreira eclesiástica foi distinguido com horas de Cônego Honorário de Catedral  Metropolitana, condecorado pelo Papa Pio X com medalha “ Pro Eclésia et Pontífice”, e, mais tarde as honras de Monsenhor.
Em 17 de agosto de 1924, regressando de Salvador onde fora em busca de melhoras para a saúde, recebeu significativa manifestações promovida por muitíssimos paroquianos e conterrâneos. Após a celebração da Santa missa em ação de graças, foi S. Revdmª acompanhado de grande cortejo até a Prefeitura Municipal, onde ingressou através de verdadeira sagração popular, discursando nessa ocasião o Padre Florêncio Sizinio Vieira, que era então seu substituto coadjutor e os senhores Alvoro da Silveira Pinheiro e João Eliseu de Melo, cujas orações e homenagens respondeu comovidíssimo.

Rio Caraís – Memórias, Resitência e Vida em Movimento

Clique na imagem da Capa e adquira o seu ebook.   🌊📖 Conheça a história do Rio Caraís em um ebook emocionante! Mais do que um rio, o Caraí...